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Dados do crescimento dos e-commerces em 2015

Dados demonstram que 81% dos e-commerces brasileiros cresceram no ano passado.

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A atual crise econômica aqui no Brasil faz com que empreendedores de quase todos os segmentos ficarem muita mais cuidados, assim como o deixam ainda mais pessimistas para o crescimento de suas empresas. No entanto, o comércio eletrônico é um dos principais setores que a crise não afetou.

Para entender melhor a situação de empreendedores no ambiente virtual, o Mercado Livre e o Ibope Conecta, realizaram uma pesquisa com micros, pequenos e médios empreendedores do comércio eletrônico. Pesquisa que foi feita em duas etapas: uma no começo de 2015 e outra em 2016. “Quando começou a surgir toda essa conversa sobre crise, decidimos criar essa pesquisa para medir as expectativas de varejistas da área”, afirma Hellison Lemos, presidente do Mercado Livre no Brasil.

Quando foram perguntados sobre seus negócios no em 2015, 87% dos entrevistados esperavam um crescimento de 25% no mesmo ano em relação a 2014. Na pesquisa deste ano, 81% dessas empresas confirmaram o crescimento. Lemos aponta que aumento médio foi de 45%, valor muito maior do que os 25% esperados.

Os donos de e-commerce se mantém confiantes em relação ao próprio negócio, sendo que 84% deles acreditam no crescimento de suas vendas em uma média de 31% em 2016 em comparação com 2015.

Os entrevistados apontaram alguns fatores que justificam seu pessimismo em relação ao mercado de e-commerce: política econômica do governo e as novas regras do ICMS. Essa mudança na legislação foi o principal motivo de pessimismo, com 13%.

A pesquisa também mostrou dados sobre o tamanho desses empreendimentos e seus números de funcionários. Ao que tudo indica, as contratações e tamanhos das equipes serão reduzidos em 2016. Muitos vendedores estão optando por trabalhar sozinhos, sem o auxílio de funcionários. Em 2015, eram apenas 9% os empreendedores que se encaixavam nessa categoria, contra 24% nesse ano.

Sem dúvida alguma, as perspectivas para o setor de comércio eletrônico ainda são muito boas. “Estamos longe do que seria o esgotamento do faturamento online. O varejo offline continua migrando para o online”, afirma Laure Castelnau, diretora executiva do Ibope Conecta.

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