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Gestão de e-commerce riscos e desafios da segurança para lojas virtuais

Os principais agentes que representam riscos na segurança de seu negócio online.

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Os riscos e desafios na segurança de lojas virtuais estão em pauta em quais todas as discussões sobre gestão de e-commerce no Brasil e no mundo. Todos os anos, aproximadamente 4,5 bilhões de dólares são perdidos por causa de fraudes por e-mail, prejuízos que, quase sempre, são relacionados a ataques de phishing, um tipo de ameaça com taxa de conversão de até 45%. Isso mostra que qualquer empreendedor deve adotar ações imediatas para a defesa de seu e-commerce e também para a segurança de dados e dinheiro dos seus clientes.

Uma das melhores formas que conseguir reduzir os riscos de ataques, é o protocolo DMARC. A solução é considerada uma das melhores contra ataques de phishing e spoofing, protege 75% das caixas de entradas dos consumidores do Brasil, incluindo contas do Gmail, Hotmail e Yahoo! Por meio do DMARC, é possível monitorar as mensagens, colocá-las em quarentena ou rejeitá-las.

Existem mais algumas informações que você deve tê-las em mente para manter a segurança de seu e-commerce você pode acompanhar logo abaixo:

1 – Monitoramento do negócio:

A das melhores defesas para sua marca é o monitoramento de seu negócio. No ano passado, o mercado brasileiro sofreu mudanças em relação a ataques online, o que surgiu a necessidade de criar medidas para combater as falhas humanas nesse processo. Algumas delas são cliques em links maliciosos.

E-commerces de varejo deparam-se com três tipos de fraudes que são frequentes: a efetiva, quando o falsário entra no site da loja e efetua uma compra com dados roubados; a amigável, quando quem faz a compra não é o dono do cartão e sim uma pessoa próxima a ele, como filho, esposa, amigo; e a autofraude, quando o verdadeiro dono usa o cartão de má fé para realizar a compra e depois não a reconhecer.

Sendo assim, o lojista deve saber que uma das formas de proteger a marca é por meio do monitoramento do negócio via sistemas antifraude, como a adoção ao protocolo DMARC, capaz de reduzir de maneira significativa a entrega de e-mails fraudulentos.

2 – Phishing para a principal causa de incidentes:

Dados revelam que 93% das ameaças virtuais estão relacionadas ao phishing. Grande parte caracteriza por mensagens com senso de urgência e os fraudadores têm se utilizado com bastante frequência do abuso de marcas do comércio eletrônico, de saúde, logística e linhas aéreas.

Em geral, até serem descobertas, essas campanhas têm, em média, 32 horas de duração, mas é nos primeiros momentos que o criminoso garante a maior taxa de conversão. Daí, a urgência de se ter uma atitude proativa, como a adoção ao protocolo DMARC, para derrubar a ação fraudulenta. 

Diante desse cenário, o DMARC apresenta-se como  solução para uma reação rápida e proativa, antes mesmo que o e-mail chegue à caixa de entrada do cliente. Dessa forma, protege-se o cliente e a própria reputação da companhia.

3 – Chaves para combater as fraudes por e-mail:

Marcas importantes do mercado já comprovaram a importância da governança na identificação das fontes que enviam e-mails dos domínios da empresa, para poder autenticar todos os fluxos de maneira padronizada. Logo, é possível implementar o DMARC e seguir para a política de bloqueio das mensagens fraudulentas. Dessa forma, as empresas poderão confiar que estão instruindo os provedores corretamente a bloquear somente as fraudes, evitando que mensagens legítimas estejam com falhas de autenticação e sejam bloqueadas.

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